
Lidar com alguém próximo que enfrenta o vício em drogas é uma das experiências mais difíceis para qualquer família. Muitas vezes surge a dúvida: “Será que essa pessoa precisa ser internada?” Essa decisão não é simples, mas há sinais que indicam que a internação para dependência química pode ser necessária.
A internação é indicada quando o uso de drogas:
Coloca a vida da pessoa ou de terceiros em risco;
Gera surtos, agressividade ou alucinações;
Provoca perda total de controle sobre o consumo;
Leva ao abandono total de responsabilidades pessoais, familiares ou profissionais;
Já passou por tentativas de tratamento ambulatorial e não obteve sucesso;
Gera risco iminente de overdose ou situações de vulnerabilidade extrema.
Esses sinais indicam que a pessoa pode não estar mais em condições de buscar ajuda sozinha, e que o ambiente externo pode estar alimentando o ciclo do vício.
Não. Existem três tipos principais de internação para tratamento contra drogas:
Voluntária – quando a própria pessoa aceita e assina o pedido de internação.
Involuntária – solicitada por um familiar, com avaliação médica, quando o dependente se recusa ao tratamento.
Compulsória – determinada pela Justiça, geralmente em casos mais graves.
Se a pessoa nega o problema, evita conversas e se isola, é essencial que a família busque orientação com profissionais especializados. Existem clínicas e centros de reabilitação que oferecem suporte jurídico e psicológico para conduzir o processo de forma segura e humanizada.
Tomar a decisão de internar um ente querido pode ser doloroso, mas em muitos casos é um ato de amor e cuidado. A recuperação é possível, mas exige apoio, estrutura e o tratamento adequado.
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